Há livros que se escrevem com a cabeça, outros que se escrevem com os pés cansados de tanto caminho. Os meus nasceram assim: entre estradas de terra, memórias teimosas e silêncios que pediam palavras. Cada título é um marco de fronteira entre o que fui vivendo e o que fui aprendendo a contar.
Nestes volumes cabem peregrinações e aldeias, contrabandistas e relíquias, poesia e quotidianos simples. São histórias cruzadas com a medicina, com a fé, com a terra e com as pessoas que fui encontrando ao longo de mais de quarenta anos. Se quiser, entre devagar: cada página é um convite a caminhar comigo, outra vez, os caminhos que nunca se fazem só uma vez.







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